Texto básico da aula


Países que fortalecem a crise


SÍRIA

Visão de Assad

Crise de refugiados é culpa do Ocidente, diz ditador sírio Assad.

Assad, justifica a crise, devido ao apoio que esses países têm dado a grupos insurgentes no contexto da guerra civil na Síria de 2011, com o levante popular conhecido como Primavera Árabe.

O início da "Primavera Árabe" se deu na Tunísia, com o movimento popular revolucionário, denominado Revolução de Jasmim.

A queda do regime de Ben Ali na Tunísia em 14 de janeiro de 2011. deu início a um processo no mundo árabe, conhecido como a “Primavera Árabe” que se espalhou por vários países da região, como Egito, Líbia e Síria,cujo desdobramento foi diferente ao da Tunísia.

Assad é a raiz do problema diz EUA.portanto, não pode ser parte da solução.

A CIA armou os rebeldes contra Assad há mais de um ano, e ainda continua fornecendo. Por outro lado, estes são atacados pela Rússia que defende Assad.

AFEGANISTÃO

Abatido por diferentes conflitos desde o fim dos anos 1970, o Afeganistão se manteve no posto de principal origem de refugiados no mundo até a Guerra Civil na Síria.

ERITREIA

INDEPENDENTE DA ETIÓPIA - Situada nos últimos lugares (o de número 177) do ranking de índice de desenvolvimento da ONU, e nos primeiros se a base for o nível de censura, a "Coreia do Norte africana" forçou o exílio de 363 mil pessoas na última década, que sonham em chegar ao litoral europeu ou à Península do Sinai.

SOMÁLIA

O fluxo intenso de pessoas fugindo do país, está relacionado à situação de conflitos armados desde que na Somália a milícia radical islâmica Al-Shabab, filiada à Al-Qaeda domina o espaço geográfico.

NIGÉRIA

O grupo militante islâmico Boko Haram está travando hoje uma das campanhas mais mortíferas de insurgência na África. Eles capturaram uma grande porção de território na Nigéria levando o país ao pânico.Recentemente o grupo declarou apoio ao Estado Islâmico.

Problemas de segurança e os insurgentes forçaram 1,3 milhão de nigerianos a fugir para outras partes do país, além de cerca de 150 mil pessoas que se refugiaram principalmente nos vizinhos Chade, Níger e Camarões.