Um País mais desigual

Documento constata que, na era petista, o Brasil se tornou mais injusto e diferenças salariais entre homens e mulheres voltam a crescer

Um País estagnado é o titulo escolhido pela organização internacional Oxfam para o relatório que evidencia que a roda de redução da desigualdade no Brasil emperrou.

O relatório, produzido e divulgado pela organização, detalha que a pobreza voltou com força total e que a desigualdade de renda entre homens e mulheres e entre negros e brancos, que vinham sendo constatadas, aumentou.

Os anos de 2016 e 2017, que ainda abarca o fim da era petista, foi analisado e pela primeira vez em 15 anos, os 40% mais pobres tiveram uma variação de renda pior que a média nacional.

No ano passado, havia cerca de 15 milhões de brasileiros na extrema pobreza, o equivalente a 7,2% da população, segundo o critério estabelecido pelo Banco Mundial (renda per capita inferior a US$ 1,90 por dia).

O número é 11% superior ao de 2016, quando havia 13,3 milhões de miseráveis, o que corresponde a 6,5% da população.

Outro problema muito sério observado, corresponde aos índices de correção de preços e de salários, em grande desvantagem para com os assalariados, Assim, a cada ano contabilizado, o poder aquisitivo do trabalhador e dos aposentados, diminui drasticamente.

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